Handmade em alerta

Ainda lembro da minha infância onde ficava rondando uma tia querendo aprender um pouco sobre tricotar.

Um pouco não! Na realidade eu queria produzir as minhas próprias peças e não teve escapatória, ela me ensinou.

Ela entrelaçava a linha nas agulhas, dava uma série de "nós" e a trama ia crescendo cada vez mais.

Aprendi pontos básicos, mas devido a alta demanda escolar nunca produzi nenhuma meia sequer rsrsrsrs.

Minha gente, nada é em vão ou por acaso nessa vida. Anos e décadas se passaram e eu novamente peguei nas agulhas de crochê tentando fazer uma mera correntinha e não é que a nossa memória é uma coisa brilhante!

Num estante já estava a tecer alguns centímetros de artesarias que, no final, iriam resultar em alguma coisa.

O problema é que com o passar do tempo a gente começa a se cobrar demais e quer a perfeição como nossa aliada, mas nem tudo é perfeito e o perfeito mesmo é recomeçar, é saber que ainda temos a capacidade de aprender ou até mesmo de relembrar.

É incrível como em pouco tempo o nosso cérebro passa a tecer automaticamente o que as mãozinhas tentavam aprender há anos atrás.

Nada do que aprendemos ficará esquecido, basta colocar em prática novamente.

E não é que a era do handmade voltou a estampar as revistas, a circular nas mãos e nos corpos das fashionistas?

Tudo tem sua volta e agora chegou a vez do tricozinho da vovó. Que atire a primeira pedra quem nunca tentou dar seus pitacos entre linhas e agulhas. Garanto que quem nasceu na década de 70 sabe muito bem do que estamos falando. Ainda mais naquela época que ganhávamos panelinhas, lavávamos louça e éramos ensinadas a ser prendadas como nossas mães.

O mundo mudou, as mentes mudaram, mas eu sinto um orgulho enorme de ter aprendido tantas habilidades que talvez hoje eu não teria vontade de começar do zero.

Enfim, minhas mãos e minha mente trabalharam duro nesses dias e eu consegui tecer algumas peças com um Q mais moderno.

Aquela bolsa de crochê pequena que acompanha forro e zíper e ainda tem uma alça em couro...

Aff! Isso é bem característico dos anos 2021, concordam?

E se eu substituir a alça de couro por uma alça em tecido e tirar o zíper, além de aumentar o tamanho da bolsa?

Sem contar que essa peça pode ser usada com um simples conjunto de malhação. Moderno?

Tem mais...

Vamos aumentar o tamanho da bolsa, trocar a linha por trapilhos e fazer aquela peça que transita desde a praia até uma saída ou um passeio no shopping.

Cá entre nós: ter autonomia para criar sua própria peça é bom demais, agora quando você vai além e arrisca a sua própria marca?

Estou amando relembrar, criar, reconstruir e entender todas as oportunidades de me reconectar a tudo que aprendi e que ainda posso aprender.

Essas são apenas algumas peças da My Brand Katia Garrido.

Aguardem que tem muita novidade vindo por aí, afinal criar e produzir é comigo mesmo hahahahaha.

O que acharam da novidade? Escrevam nos comentários para eu poder saber a opinião de vocês!

Já arriscaram tricotar ao menos uma vez na vida ou acham isso coisas de vovó?

beijinhos e até o próximo post.

My Brand Katia Garrido


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